Entenda agora como otimizar sua gestão e como ter mais lucratividade em sua empresa

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Como ter uma gestão financeira de qualidade para pequenos negócios

Na teoria, não há quem não concorde que a gestão financeira precisa ser feita. Colocá-la em prática, entretanto, exige muito de quem está à frente do desafio.

Isso porque gerir suas finanças significa gerir seus recursos – e qualquer má interpretação no caminho pode significar que um problema pequeno vire uma bola de neve.

Neste texto, compartilho algumas dicas sobre como ter uma gestão financeira assertiva e eficaz para pequenos negócios, como restaurantes, padarias, mercearias, etc.

Mapear gastos

A primeira regra quando se mexe com dinheiro é saber tudo sobre ele. Entender previsões e, mais do que isso, avaliar se o destino de seus recursos está dando o devido retorno ou se estão sendo desperdiçados de alguma forma.

É indicado que nesse mapeamento conste a divisão da empresa em centros de custo, os custos com depreciações, provisionamentos e grupos de despesas e seus valores.

Planejar a gestão financeira

Entendido todo o fluxograma das suas finanças, é hora de começar a planejar e a estruturar suas ações.

Onde eu quero chegar? Quais são meus objetivos? O que devo fazer para alcançá-los? Analise constantemente o cenário do mercado e da sua empresa.

Acompanhar o fluxo de caixa

Fluxo de caixa é um balanço entre ganhos e custos. É seu melhor amigo na hora de entender a situação de sua empresa, tanto para movimentação diária, quanto para projeções futuras.

É recomendado adotar algum tipo de padronização no cadastramento do fluxo para evitar que informações se percam.

Fazer controles recorrentes

O controle recorrente dos dados é o que torna todas as etapas do planejamento financeiro embasadas.

A partir deles é que são elaborados relatórios e demonstrativos, fornecendo uma visão ampla sobre a saúde financeira do seu negócio.

Para além da verificação desses dados, você também precisa prestar atenção na periodicidade. Você precisa, em um planejamento financeiro, revisitar as informações constantemente, porque trata-se de algo volátil conforme a ação do tempo.

Só com esse olhar de perto é possível entender as mudanças, tanto positivas como negativas, assim como identificar logo no começo alguma tendência.

Confira como a periodicidade que cada informação da gestão financeira deve ser checada:

Controle diário: fluxo de caixa, controle de contas a pagar e a receber, balancete de verificação, entre outros.

Controle semanal: verificação de estoque, caixa e contas;

Controles mensal e anual: balanço patrimonial e demonstração de resultados dos exercícios (DRE).

Automatização de processos

Falamos de mapear gastos, planejar, acompanhar fluxo de caixa e fazer controle recorrentemente.

Tudo isso precisa estar padronizado. Se não houver nenhum tipo de processo de automação para isso, o risco de dados se perderem e a bola de neve só aumentar é iminente.

Além dos cuidados com as informações, a automatização também conta com a vantagem de liberar profissionais que gastavam parte da rotina dedicando-se a um trabalho puramente repetitivo. Isso também traz um grande aumento de eficiência financeira para o negócio.

Fonte: Jornal Contábil

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Empresas devem se preparar para as obrigações financeiras de final de ano

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Empresas devem se preparar para as obrigações financeiras de final de ano

No final do segundo semestre empresários devem arcar com obrigações trabalhistas e despesas extraordinárias; confira quais são.

Já é conhecido pelo empreendedor que o custo de um funcionário vai muito além do seu salário mensal, e o final do ano agrava essa situação, trazendo despesas e obrigações financeiras a mais e que, sem o devido planejamento, podem prejudicar todo o andamento da empresa.

Com a previsão do fluxo de caixa, controlando as entradas e saídas dos próximos meses e possuindo reservas para emergências, o empregador ficará preparado para lidar com as demandas extraordinárias e também com as previstas, como o 13º salário e possíveis desligamentos na equipe.

Confira quais são os principais gastos com o funcionário no final de ano

13º salário

Uma das principais e maiores responsabilidades previstas para o fim do ano é o 13º salário e os encargos trabalhistas desse pagamento. O valor do 13º corresponde à soma de 1/12 do salário de cada mês trabalhado ao longo do ano, variando de acordo com o registro em carteira do colaborador.

Horas extras, adicionais noturnos, bônus e comissões também devem ser considerados no 13º, que pode ser pago em uma única cota ou em duas parcelas.

Acerto de férias coletivas

Oferecidas simultaneamente aos trabalhadores, normalmente durante natal e ano novo, com no mínimo 10 dias de duração, sobre as férias coletivas incide também o pagamento a mais de  ⅓ do salário correspondente ao tempo de férias.

Caso a empresa opte pelas férias coletivas, esse pagamento deve ser feito a todos os funcionários de uma só vez, gasto que deve ser estimado e programado.

Distribuição de lucros

Negócios que optam pela distribuição de lucros entre funcionários e sócios não tem uma data obrigatória para realizar essa divisão, mas caso seja feito nesse período, é mais um cálculo para a conta de final de ano.

Benefícios extras

Algumas empresas optam por realizar festas de final de ano, confraternizações, jantares e outros eventos para reunir a empresa e agradecer pelo ano.

Cestas básicas ou que ofereçam kit ceia de natal e outros são gastos que devem ser planejados e colocados na conta de final de ano.

Fonte: Contábeis

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Conheça 5 sinais de alerta sobre a saúde financeira da sua empresa!

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5 sinais de alerta sobre a saúde financeira da sua empresa

Brasil é o quarto país que mais empreende; confira lista de quais aspectos devem ser observados nas finanças do negócio.

Uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) realizada em 55 países mostrou que o brasileiro é o quarto povo que mais empreende. A estimativa é que quase 40% dos adultos no Brasil tenham um negócio próprio.

Neste contexto, a saúde financeira de uma empresa se torna um assunto fundamental para boa parte da população. Confira cinco sinais de alerta que devem ser observados nas finanças de qualquer negócio.

Liquidez

A liquidez é a capacidade da empresa em arcar com todas as suas despesas e manter sua operação. Se a empresa tem mais despesas do que receita, significa que ela tem baixa liquidez.

Para ficar alerta e calcular a liquidez da sua empresa de forma simples, é necessário relacionar tudo que você tem para receber no curto prazo, dividido pelas suas despesas (no mesmo período).

Fluxo de caixa irregular

O fluxo de caixa representa todas as entradas e saídas de valores da empresa, ou seja, é sua movimentação financeira em um determinado período, que pode ser diário, semanal ou mensal.

Um dos fatores para garantir uma boa saúde financeira da empresa é justamente manter o fluxo de caixa regular e progressivo.

O acompanhamento facilita a tomada de decisão, além do planejamento financeiro da empresa. Por isso, é importante registrar todas as contas, despesas, pagamentos, vendas, dívidas, valores a receber, enfim, toda a movimentação.

Endividamento

Os atrasos são outro outro ponto de alerta que diz muito sobre a eficiência da sua saúde financeira. É importante saber se todos os pagamentos da empresa estão em dia.

Ficar atento aos endividamentos é importante não só para evitar o acúmulo de dívidas, como para identificar quanto seu negócio está utilizando de recursos próprios para o desenvolvimento de novos produtos ou serviços, por exemplo, e quanto é derivado de financiamentos (se utilizado para completar o capital de giro).

Faturamento abaixo do esperado

Por mais simples que seja o controle financeiro da sua empresa, é possível ter uma visão de quanto deve ser a sua média de faturamento mensal.

Se a média está ficando abaixo do esperado com frequência, também é mais um sinal que faz com que seja importante você olhar com mais atenção para a saúde financeira do seu negócio.

Processos não automatizados

Por último, um sinal de alerta sobre a saúde financeira da empresa que nem sempre é tão óbvio, mas é importante, é a falta de processos automatizados. A automatização de processos, especialmente financeiros, pode ajudar na redução de tarefas manuais e de erros, além de colaborar com a diminuição de custos.

Fonte: Contábeis

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