Entenda agora como otimizar sua gestão e como ter mais lucratividade em sua empresa

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Como ter uma gestão financeira de qualidade para pequenos negócios

Na teoria, não há quem não concorde que a gestão financeira precisa ser feita. Colocá-la em prática, entretanto, exige muito de quem está à frente do desafio.

Isso porque gerir suas finanças significa gerir seus recursos – e qualquer má interpretação no caminho pode significar que um problema pequeno vire uma bola de neve.

Neste texto, compartilho algumas dicas sobre como ter uma gestão financeira assertiva e eficaz para pequenos negócios, como restaurantes, padarias, mercearias, etc.

Mapear gastos

A primeira regra quando se mexe com dinheiro é saber tudo sobre ele. Entender previsões e, mais do que isso, avaliar se o destino de seus recursos está dando o devido retorno ou se estão sendo desperdiçados de alguma forma.

É indicado que nesse mapeamento conste a divisão da empresa em centros de custo, os custos com depreciações, provisionamentos e grupos de despesas e seus valores.

Planejar a gestão financeira

Entendido todo o fluxograma das suas finanças, é hora de começar a planejar e a estruturar suas ações.

Onde eu quero chegar? Quais são meus objetivos? O que devo fazer para alcançá-los? Analise constantemente o cenário do mercado e da sua empresa.

Acompanhar o fluxo de caixa

Fluxo de caixa é um balanço entre ganhos e custos. É seu melhor amigo na hora de entender a situação de sua empresa, tanto para movimentação diária, quanto para projeções futuras.

É recomendado adotar algum tipo de padronização no cadastramento do fluxo para evitar que informações se percam.

Fazer controles recorrentes

O controle recorrente dos dados é o que torna todas as etapas do planejamento financeiro embasadas.

A partir deles é que são elaborados relatórios e demonstrativos, fornecendo uma visão ampla sobre a saúde financeira do seu negócio.

Para além da verificação desses dados, você também precisa prestar atenção na periodicidade. Você precisa, em um planejamento financeiro, revisitar as informações constantemente, porque trata-se de algo volátil conforme a ação do tempo.

Só com esse olhar de perto é possível entender as mudanças, tanto positivas como negativas, assim como identificar logo no começo alguma tendência.

Confira como a periodicidade que cada informação da gestão financeira deve ser checada:

Controle diário: fluxo de caixa, controle de contas a pagar e a receber, balancete de verificação, entre outros.

Controle semanal: verificação de estoque, caixa e contas;

Controles mensal e anual: balanço patrimonial e demonstração de resultados dos exercícios (DRE).

Automatização de processos

Falamos de mapear gastos, planejar, acompanhar fluxo de caixa e fazer controle recorrentemente.

Tudo isso precisa estar padronizado. Se não houver nenhum tipo de processo de automação para isso, o risco de dados se perderem e a bola de neve só aumentar é iminente.

Além dos cuidados com as informações, a automatização também conta com a vantagem de liberar profissionais que gastavam parte da rotina dedicando-se a um trabalho puramente repetitivo. Isso também traz um grande aumento de eficiência financeira para o negócio.

Fonte: Jornal Contábil

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Entenda a importância da gestão financeira antes de abrir a sua empresa!

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Gestão financeira é primordial para quem está abrindo um negócio

O controle das finanças só se evidência quando o negócio começa a desandar e, em muitos casos, quase à beira da falência.

Ao abrir um negócio, o empreendedor geralmente fica atento em como se diferenciar no mercado para atrair mais clientes e obter lucro.

Muitos investem tempo e recursos para aprenderem em como vender mais, que é o objetivo de todo empreendimento, porém a área financeira geralmente fica à deriva.

O controle das finanças só se evidência quando o negócio começa a desandar e, em muitos casos, quase à beira da falência.

Há casos em que o negócio está em crescimento, ganhando mais dinheiro, mas as contas não fecham no final do mês e isso acontece exatamente pela falta de conhecimento da gestão; não ter controle do que entra e do que sai de dinheiro, mesmo quando parece que o negócio vai bem, é como dirigir um carro em alta velocidade no escuro.

Segundo Aleksander Avalca, sócio-fundador da 4blue, empresa especialista em finanças para médios, micros e pequenos empreendedores, geralmente esse empresário só busca por planejamento financeiro quando o seu negócio não vai bem.

“Entre todos os nossos clientes, a maioria nos procurou para resolver os problemas e não para preveni-los. Entre as mais de três mil pessoas atendidas por nós, menos de 5% veio até a 4blue quando abriu a empresa para ter um direcionamento em como administrar seus negócios de maneira mais eficiente”.

Com o advento do novo Coronavírus então, esses problemas se multiplicaram, fechando milhares de empresas.

Um levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo – FecomercioSP, divulgado no início de julho, informa que 63% das empresas viram o seu faturamento cair desde o início da pandemia.

Outra pesquisa, da Serasa Experian, informa que de janeiro a abril de 2021 foram 139 mil micros e pequenas empresas que faliram.

A vulnerabilidade que a pandemia trouxe, por exemplo, afirma que os empreendedores precisam aprender desde a abertura de seu negócio sobre ter reservas para conseguir superar imprevistos, sejam eles causados tanto por uma pandemia, como por crises econômicas, familiares e pessoais.

“Principalmente o micro e pequeno empreendedor precisa ter recursos guardados para eventualidades ao abrir uma empresa. Sempre alertamos em nossas consultorias sobre isso. Ao começar um negócio, em alguns casos, o retorno vem só após dois anos”, informa Avalca.

Precificação certa, pequenas economias que geram grandes valores no final de um ano, controle correto de estoque, negociação de pagamentos com fornecedores e não misturar dinheiro pessoal com o da empresa são pontos fundamentais que esse novo empresário precisa conhecer ao iniciar no mundo do empreendedorismo.

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Saiba mais sobre a cultura do controle e da eliminação de desperdícios nas organizações.

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Eficiência da cultura de controle e eliminação de desperdícios nas organizações

Na realidade essa busca está relacionada a administração do desperdício, a busca do desempenho e da qualidade com a quantidade certa de insumos e investimentos, impactando a agilidade no atendimento.

As empresas buscam de várias maneiras alcançar a sua eficiência operacional, isso não poderia ser diferente, pois é o foco de qualquer investimento.

Porém, quando se questiona o conceito dessa busca, ou seja, de fato o que é essa eficiência e os benefícios dela para a organização, temos um instante de silêncio como se a questão fosse tão óbvia que a pergunta não caberia na abordagem.

Na realidade, essa busca está relacionada a administração do desperdício, a busca do desempenho e da qualidade com a quantidade certa de insumos e investimentos, impactando a agilidade no atendimento.

O que parece ser óbvio, como a dedução clara de rentabilidade e lucratividade, é uma consequência da administração do desperdício, de se trabalhar com o investimento seja material, seja financeiro, seja de mão de obra, todos na medida certa, nem mais e nem menos. Como ter rentabilidade e lucratividade sem antes atender esses quesitos – eliminar desperdícios tendo investimentos na medida exata.

Para que isso ocorra, temos que nos valer de processos e procedimentos que atendam a necessidade da operação que apresentem a dinâmica da atualização. Aí surgem outras questões não menos importantes, relacionadas ao que é processo, e ao que é procedimento?

O processo está relacionado as atividades do negócio e de suporte a realização do mesmo objetando o alcance de suas propostas de seu objetivo. Exemplo em uma empresa industrial, para que ela possa fabricar e vender seus produtos, ela terá vários processos: de manufatura, de compras e vendas, financeiro, de gestão de colaboradores e gestão patrimonial, e outros. É preciso identificar como esses eventos e relacionam, qual a dependência entre eles, qual o investimento para seu pleno funcionamento, como será a interação de funções dessa “máquina” para que ela apresente resultado para o fim ao qual se destina.

Já o procedimento indica a forma de executar determinado processo, ou seja, que material ou informação se recebe, com qual qualidade, em qual prazo, de quem, o que fazer com esse material ou informação, com qual qualidade, endereçando o resultado desse processo para quem, em qual prazo, através de qual meio ou forma.

Considerando a necessidade de agilização de informações para atender não somente requisitos  de mercado, como o pós venda, a entrega e quando necessária a reposição, a satisfação do cliente, a cobrança certa, a facilidade de contato com o cliente e atendimento de sua expectativa; mas também para atender o investidor quanto a acompanhar a evolução da empresa na qual aplicou recursos.

E ainda, não desprezando o atendimento das obrigações fiscais e tributárias junto ao órgão fiscalizador de suas operações, é fato que as organizações necessitam de processos e procedimentos bem estruturados, atualizados, com um quesito principal, que é a possibilidade de indicar de forma clara etapas da operação nas quais possa estar ocorrendo desperdício, ou ocorrendo a geração de algum tipo de contingência.

Fato importante quanto aos procedimentos é a versatilidade que os mesmos devem ter para atender alterações legais que norteiam a operação, e possam de maneira produtiva sugerir e se for o caso transferir atualizações para os processos. Exemplo atual é a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que traz as empresas a obrigação de administrar dados de terceiros na forma contemplada nessa Lei. Se temos procedimentos gessados, burocráticos, lentos de aplicação, estamos diante de um problema não de uma solução.

Item a ser considerado nessa abordagem é a tendência natural das empresas no investimento em softwares de gestão. A qualidade da informação disponibilizada a essas ferramentas é fundamental na qualidade do dado processado, sem considerar a agilidade do processamento, ou seja, se o dado é ruim ele chegará a ponta final do processo de forma bem mais rápida, como é a proposta dessas ferramentas, mas com a mesma qualidade com a qual foi inserido na ferramenta.

Processos e procedimentos bem elaborados, direcionados ao negócio, atendendo as variáveis do mesmo e do mercado de sua atuação são instrumentos fundamentais para a eliminação de desperdícios e para a dosagem correta de investimentos, além de suportarem princípios e políticas de governança, de eliminação de contingências financeiras e fiscais tributárias, e de uso pleno de ferramentas sistêmicas. Daí, teremos como consequência, o surgimento da rentabilidade e lucratividade na operação.

Fonte: Contábeis

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Conheça 5 sinais de alerta sobre a saúde financeira da sua empresa!

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5 sinais de alerta sobre a saúde financeira da sua empresa

Brasil é o quarto país que mais empreende; confira lista de quais aspectos devem ser observados nas finanças do negócio.

Uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) realizada em 55 países mostrou que o brasileiro é o quarto povo que mais empreende. A estimativa é que quase 40% dos adultos no Brasil tenham um negócio próprio.

Neste contexto, a saúde financeira de uma empresa se torna um assunto fundamental para boa parte da população. Confira cinco sinais de alerta que devem ser observados nas finanças de qualquer negócio.

Liquidez

A liquidez é a capacidade da empresa em arcar com todas as suas despesas e manter sua operação. Se a empresa tem mais despesas do que receita, significa que ela tem baixa liquidez.

Para ficar alerta e calcular a liquidez da sua empresa de forma simples, é necessário relacionar tudo que você tem para receber no curto prazo, dividido pelas suas despesas (no mesmo período).

Fluxo de caixa irregular

O fluxo de caixa representa todas as entradas e saídas de valores da empresa, ou seja, é sua movimentação financeira em um determinado período, que pode ser diário, semanal ou mensal.

Um dos fatores para garantir uma boa saúde financeira da empresa é justamente manter o fluxo de caixa regular e progressivo.

O acompanhamento facilita a tomada de decisão, além do planejamento financeiro da empresa. Por isso, é importante registrar todas as contas, despesas, pagamentos, vendas, dívidas, valores a receber, enfim, toda a movimentação.

Endividamento

Os atrasos são outro outro ponto de alerta que diz muito sobre a eficiência da sua saúde financeira. É importante saber se todos os pagamentos da empresa estão em dia.

Ficar atento aos endividamentos é importante não só para evitar o acúmulo de dívidas, como para identificar quanto seu negócio está utilizando de recursos próprios para o desenvolvimento de novos produtos ou serviços, por exemplo, e quanto é derivado de financiamentos (se utilizado para completar o capital de giro).

Faturamento abaixo do esperado

Por mais simples que seja o controle financeiro da sua empresa, é possível ter uma visão de quanto deve ser a sua média de faturamento mensal.

Se a média está ficando abaixo do esperado com frequência, também é mais um sinal que faz com que seja importante você olhar com mais atenção para a saúde financeira do seu negócio.

Processos não automatizados

Por último, um sinal de alerta sobre a saúde financeira da empresa que nem sempre é tão óbvio, mas é importante, é a falta de processos automatizados. A automatização de processos, especialmente financeiros, pode ajudar na redução de tarefas manuais e de erros, além de colaborar com a diminuição de custos.

Fonte: Contábeis

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Planejamento financeiro: como transformar os seus resultados

Entenda Tudo Sobre O Balcao Unico E Fique Por Dentro Dos Beneficios Confira Na Descricao Post 1 - Organização Contábil Lawini

Saiba como o planejamento financeiro pode ser o fator decisivo na sua empresa

Entenda os benefícios do planejamento financeiro em prol dos resultados da sua empresa

A gente vem percebendo um aumento significativo na formalização de empreendedores por todo o país, que antes atuavam na informalidade e até mesmo em relação aos que perderam os seus empregos e buscaram, no empreendedorismo, uma alternativa para seguir em frente na vida.
E de fato isso se solidifica com os diversos incentivos para que empreendedores como você possam se formalizar e garantir alguns direitos que, sem a devida regularização, não seria possível.
Por outro lado, sabemos que vivemos em um momento de pandemia, em que as restrições de locomoção são grandes, assim como os grandes postos e SACs tiveram que fechar as suas portas por tempo indeterminado, o que dificulta bastante qualquer tipo de serviço pela via presencial.
É notório: por mais que os processos presenciais promovam custos de locomoção e uma certa perda de tempo, as pessoas ainda preferem o chamado “olho no olho” para resolver qualquer tipo de assunto, até mesmo a abertura de uma empresa, mas não há como negar que as novas tecnologias estão aí para ajudar a todos nós.
Por conta disso, hoje falaremos sobre um recurso 100% digital chamado balcão único, que foi recém-lançado pelo Governo Federal e vem como um excelente suporte na formalização de empresas.
Sendo assim, para entender de forma bem simples e objetiva tudo sobre o assunto, basta continuar a sua leitura.

Balcão único: saiba tudo!

As novas tecnologias vêm proporcionando uma série de benefícios para pessoas e empresas, isso em diversos contextos, sendo um deles a abertura de empresas.
Todo o contexto da pandemia de covid-19 acelerou esses processos e, com isso, garantiu que, em determinados serviços, as pessoas pudessem realizar ações pela internet – portanto, sem sair de casa.
Este é o caso do balcão único, que nada mais é que um sistema criado pelo Governo Federal o qual permite que você realize a abertura da sua empresa de forma automatizada e, convenhamos, bastante simples.
Isso reflete em:

  • Menos burocracia;
  • Otimização de tempo;
  • Economia.

Vale ressaltar que através do balcão único você faz tudo em um único formulário, de modo a garantir recursos, como:

  • Consulta de viabilidade da sua atividade;
  • DBE (Documento Básico de Entrada);
  • Registro junto ao seu órgão correspondente;
  • Inscrição Municipal;
  • Licenciamento.

Vale lembrar que São Paulo foi o primeiro estado a validar o sistema e caso você more nessa região, pode conferir o sistema no link abaixo:
REDESIM/SP

Conte conosco para o que precisar!

Formalizar o seu negócio ficou mais fácil com o balcão único, mas lembre-se que você terá uma série de deveres e obrigações a cumprir ao longo da sua trajetória empreendedora, como, por exemplo, as questões ligadas à contabilidade.
Começar com o pé direito é entender esse detalhe e priorizar o suporte de um bom escritório contábil para te auxiliar em tudo o que for necessário e, assim, garantir as melhores tomadas de decisão.
Portanto, para contar com os nossos serviços especializados, basta nos contatar agora mesmo!
Fonte: Abrir Empresa Simples
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Saiba como evitar dívidas financeiras em tempos de crises e fique mais seguro!

Saiba Como Evitar Dividas Financeiras Em Tempos De Crises E Fique Mais Seguro 1 - Organização Contábil Lawini

Saiba como administrar o orçamento em tempos de crise

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento

Uma das consequência do momento pandêmico atual é a crise econômica que afetou o mundo todo. E em tempos assim, é de suma importância que consigamos administrar nosso orçamento para deixar as finanças estáveis, evitar dívidas e não perder as reservas financeiras.
Por isso, neste texto, iremos falar um pouco sobre como fazer para administrar as finanças em tempos tão críticos e de crise como este em que estamos vivendo. Fique conosco.

A importância de administrar as finanças na crise

Os tempos atuais de crise nos obrigaram a olhar com maior atenção ainda para as nossas finanças. Afinal, crise econômica não é apenas sinônimo de alta dos preços do essencial, mas também de desemprego. Infelizmente, nesta pandemia, muitas famílias perderam seu emprego, o que acarretou muitas complicações financeiras.
Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento. Por exemplo, se você pretende fazer uma reforma e a compra de itens como uma estrutura metálica para galpão, saber administrar o que você e o quanto pode gastar é essencial.
Conseguir administrar suas finanças é importante pois:

  • Ajuda a economizar;
  • Evita o gastos das reservas financeiras;
  • Evita dívidas astronômicas;
  • Ajuda a ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

Como administrar suas finanças em tempos de crise?

Agora que já vimos a importância de administrar seu orçamento em tempos de crise, vamos ver como fazer isso de forma eficiente.

  1. Faça uma análise financeira: administrar seu orçamento de casa é muito parecido como administrar um negócio. Uma empresa fabricante de balcão refrigerado pequeno por exemplo, precisa analisar suas finanças regularmente para saber qual o seu lucro, qual seu investimento, se está havendo prejuízos, quais os recursos disponíveis. A análise financeira doméstica é igual;
  2. Faça um planejamento com metas: os objetivos devem estar bem elucidados. Depois que você entender o quanto pode gastar, é preciso estabelecer quais serão seus objetivos de gastos dentro disso para não extrapolar;
  3. Economize: reduzir os gastos é fundamental. Primeiro é preciso evitar desperdícios e depois focar no essencial. Por exemplo, se você pretende adquirir um amplificador de som profissional, reflita, será que é mesmo necessário? Se você não adquirir, irá fazer falta? Você pode comprá-lo em outro momento?
  4. Evite fazer novas dívidas: para manter as contas dentro do planejado, é importante não fazer novas dívidas. Evite longos parcelamentos e a utilização do cartão de crédito, utilize apenas em caso de extrema necessidade.

Saber fazer uma gestão financeira eficiente em tempos de crise é fundamental para conseguir passar pela crise de forma um pouco menos caótica. Além das dicas citadas, há também disponível no mercado diversos aplicativos que podem auxiliar com a organização das finanças.
O importante é reconhecer que os tempos atuais necessitam de uma atenção ainda maior nas finanças e que é preciso fazer algo a esse respeito. É importante pensar também que a crise é apenas um período e que em algum momento irá passar.
Gostou das nossas dicas para gestão financeira? Então compartilhe o post com os amigos e nas redes sociais e continue acompanhando nosso conteúdo.
Fonte: Contábeis
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Faça sua micro e pequena empresa crescer e vender mais com estas 3 dicas!

Faca Sua Micro E Pequena Empresa Crescer E Vender Mais Com Estas 3 Dicas 1 - Organização Contábil Lawini

Micro e pequenos negócios: Conheça 3 dicas para acelerar sua empresa

Empreender é desafiante e ao mesmo tempo é preciso pensar nas várias etapas do negócio para que tenha um crescimento sustentável.
Acelerar micro e pequenas empresas através da transformação digital pode ser a saída para que o negócio alcance maior público e faça ainda mais vendas no mês.

Como acelerar micro e pequenas empresas?

Acelerar micro e pequenas empresas significa basicamente duas coisas: conquistar novos mercados e vender mais.
Toda empresa inicia suas atividades num mercado inicial, que pode ser o seu bairro, sua região ou cidade.

Porém, somente as grandes empresas ampliam o seu raio de atuação e se libertam da dependência exclusiva de um único tipo de cliente.

3 dicas para acelerar sua empresa

1. Conheça seus concorrentes

Nenhuma empresa conquista um novo mercado sem bater de frente com os concorrentes.

Por isso, para acelerar micro e pequenas empresas é preciso começar com a expansão para um novo perfil de clientes de forma detalhada.
Um exemplo de estudo de concorrência e crescimento de mercado é o planejamento estratégico da líder de transporte urbano Uber.

2. Não descuide da gestão financeira

O crescimento da empresa demandará que a casa esteja em ordem.
Nenhuma empresa com problemas financeiros, falta de controle de caixa ou gestão ineficiente terá um desenvolvimento saudável e de longo prazo.
Antes de pensar em crescer faça a parte burocrática e cuide de suas contas.
Tenha um rigoroso controle de gastos e entradas, um estoque enxuto e uma boa negociação com os seus fornecedores.
É fundamental ainda ter uma reserva financeira, criada ao longo do tempo de operação de sua empresa, destinada apenas para investimentos em aceleração de crescimento.

3. Destaque-se no mercado

O segredo infalível para acelerar micro e pequenas empresas não é uma fórmula mágica.
Nenhuma empresa cresce se não se diferenciar.
Nada atrairá mais clientes e consolidará a empresa no mercado se não for um produto ou serviço diferenciado.

Para isso ouça seu cliente, veja o que as pessoas realmente precisam e não crie apenas mais um produto, mas sim soluções.

Empresas inovadoras estão sempre adiante e possuem taxas de crescimento acima da média.
A regra é estar atento ao mercado e ser capaz de converter a demanda dos consumidores em serviços de qualidade.

Principais aceleradoras no mercado

Hoje, existem diversas entidades criadas justamente com o objetivo de auxiliar empresas a atravessarem esse momento crítico que é o início de sua operação – estamos falando das aceleradoras.
Veja 4 delas:

1. ACE

Foi eleita três vezes consecutivas a melhor aceleradora da América Latina, pelo LatAm Founders, e é considerada a maior aceleradora do país.

2. Artemisia

A Artemisia é uma organização de fomento dos negócios sociais.
Ela tem um programa de aceleração de empresas com duração de seis meses.
Os empreendedores selecionados são desafiados a testar modelos de negócio – operacionais e de receita – e refinar o impacto social de sua solução em um ambiente de cocriação e colaboração com outros empreendedores, mentores, parceiros e investidores da rede Artemisia.

3. Baita

A Baita é uma aceleradora de base tecnológica que trabalha com startups que possuam tecnologias inovadoras em suas áreas de atuação.

4. Liga Ventures

A Liga Ventures é uma aceleradora focada em conectar e gerar negócios entre startups e grandes corporações, através de programas de aceleração temáticos, aceleração de startups internas, programas corporativos de aceleração e sessões de startup matching.

Hoje, desenvolve iniciativas de engajamento com startups para grandes empresas, como Porto Seguro (Oxigênio Aceleradora), AES Brasil, Embraer, Intel, Mercedes Benz, Eaton, Tivit, Ticket Log, Sascar e Webmotors.

Empresas aceleradas que deram certo e resultado

1. Nubank

Nubank está inserida em um dos setores mais prósperos do mercado, mas também com uma forte concorrência: os bancos digitais.
Nos últimos anos, diversas novas startups surgiram nesse segmento.
Criada por David Vélez, em 2012, a Nubank foi pioneira nacional no ramo de serviços financeiros de crédito e banco digital.
A missão da empresa é oferecer uma possibilidade de serviços bancários para os clientes, com isenção de todas as tarifas, ação que revolucionou o mercado financeiro.
Em 2018, a startup alcançou o seu primeiro bilhão de dólares, tornando-se a quarta empresa brasileira a alcançar o status de unicórnio.
Nesse mesmo ano, foi avaliada em US$ 4 bilhões de dólares e atingiu a marca de cinco milhões de clientes

2. Descomplica

Este é um case real de uma startup que foi criada pelo simples desejo de ajudar.
Descomplica é hoje a maior plataforma de educação online do Brasil.
Criada em 2011, pelo professor de física Marco Fishben, o objetivo do projeto era dar aulas divertidas para seus alunos.

Com foco no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a empresa tem diversos professores em seu quadro de funcionários, atuando também com aulas preparatórias para cursos de pós-graduação, concursos públicos e até o exame da Ordem de Advogados do Brasil (OAB).

A startup foi escolhida pela revista americana Fast Company como a terceira empresa mais inovadora da América Latina e a primeira do Brasil.
Além disso, ultrapassou a marca de 32 milhões de visitantes e já recebeu mais de US$ 13 milhões de dólares em aportes de investidores.

3. Magazine Luiza

A primeira unidade da Magazine Luiza surgiu depois que o casal Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato adquiriram uma pequena loja de presentes denominada “A Cristaleira”, em 1957.
Logo na sua inauguração, os donos criaram projetos de expansão e abriram unidades em outras cidades.
Entretanto, essa rede varejista conseguiu um amplo destaque no mercado quando começou a investir em tecnologia.
A empresa foi uma das primeiras do ramo a implementar um sistema eletrônico em seus pontos de venda (ainda em 1981). Além disso, ela foi pioneira na venda online, no ano 2000.
De acordo com suas próprias informações, suas vendas atingiram R$5,9 bilhões no quarto trimestre de 2018 e o seu aplicativo de vendas tem mais de 26 milhões de downloads.

4. Localiza Hertz

Localiza era uma pequena agência de aluguel de carros em 1973, e seus quatro fundadores compraram seis fuscas usados a crédito para iniciar o negócio.
Seus gestores não se assustavam com recessões financeiras, já que abriram sua primeira filial no ano de 1979.
Para se tornar gigante como é atualmente, foi aplicada a seguinte estratégia de expansão: aquisição de pequenos concorrentes e investimento no franqueamento das lojas.
Hoje, a Localiza é parceira da Hertz, outra grande locadora de veículos e conta com 570 agências espalhadas em 7 países, com uma frota de mais de 185 mil veículos.

5. Cacau Show

Cacau Show foi criada por Alexandre Tadeu da Costa, em 1988, e o fundador usava apenas um fusca para realizar todas as suas entregas.

Ele começou com uma dívida de 500 dólares para suprir as primeiras demandas e hoje, fatura mais de R$2,4 bilhões de reais.
A partir do ano de 2004, o gestor fez um plano de expansão por meio de franquias.
Até o ano de 2009, a Cacau Show teve uma média de 25 unidades inauguradas por mês, sendo que hoje ultrapassa a marca de 1.500 lojas no país.

6. Imaginarium

Imaginarium nasceu em 1985, quando uma arquiteta e um médico começaram a produzir artigos natalinos na garagem da própria residência.
O objetivo do casal era de acompanhar de perto o crescimento de suas filhas e abandonar a intensa rotina de trabalho que viviam.
Desde o começo da empresa, os seus produtos eram bastante criativos e ganharam a atenção dos vizinhos.
Com o transcorrer do tempo, eles conseguiram chamar mais a atenção do público, profissionalizaram a produção e, em pouco tempo, seus bens passaram a ser comercializados em massa nas grandes lojas do ramo.
No ano de 1991, a família se mudou para Florianópolis e criou a Imaginarium.
Em apenas 4 anos a organização já tinha 15 franquias no país.
Hoje, ela tem 192 lojas e é referência no seu mercado de atuação.

Aceleração de negócios

Se você chegou até aqui, já percebeu que acelerar micro e pequenas empresas pode trazer mais visibilidade e alcance para os negócios.
Pensando nisso, a melhor saída sempre será planejar e realizar todos os processos, desde a abertura até às estratégias de crescimento de maneira organizada.

Dessa forma, os resultados com certeza serão mais efetivos.

Fonte: Jornal Contábil

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Conheça as áreas de atuação e habilidades de um(a) contador(a) para o sucesso de sua empresa!

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Confira as principais áreas de atuação do contador

O ramo da contabilidade está presente em todos os setores de uma empresa, a maioria das pessoas não sabem, mas são várias áreas específicas.
Na matéria de hoje vamos mostrar algumas áreas de atuação do contador.  Continue conosco e fique por dentro.
Como mencionamos acima, existem áreas da contabilidade que são bastante específicas, este ramo está sempre em constante evolução. Confira no nosso texto abaixo as áreas da contabilidade.

Análise contábil 

Este ramo da contabilidade é uma das mais complexas, pois, este profissional é responsável pela verificação das demonstrações contábeis e dos relatórios financeiros empresariais.

É através da análise contábil que é possível verificar as informações detalhadas para os administradores. Com isso fica mais fácil ter uma visão mais ampla para as decisões que vão acarretar no desenvolvimento da empresa.

Auditoria contábil

Esta área é um pouco mais leve, o profissional que atua neste ramo, trabalha diretamente com a verificação dos processos aplicados em todos os controles, amparando e verificando os procedimentos para se certificar que foram feitos dentro do que determina a legislação. Quem opta por esta área, atua de forma mais flexível.

A auditoria contábil tem o objetivo de analisar as finanças empresariais, verificar registros e identificar falhas de gestão.

Contabilidade pública

Para esta área o profissional precisa ser muito estudado, pois, este ramo vai   exigir muito dele, ele deve fazer formas de gerenciamento da melhor maneira para   atender às necessidades da população, logo a responsabilidade se tornar bem maior.

Consultoria Financeira

Este ramo possibilita a consultoria financeira, este profissional tem a autonomia de analisar contas e lançamentos, possibilitando a escolha das melhores alternativas, seja para os profissionais autônomos quanto para empresas ou órgãos públicos.

Controller

Este profissional é um dos mais diferenciados do mercado financeiro, para atuar nesta área é necessário ter conhecimentos aprofundados de contabilidade e finanças. Este profissional vai atuar sobre a responsabilidade da administração sobre as questões financeiras e tributárias

Direção empresarial

Esta área quer que o profissional se empenhe a profundos conhecimentos sobre finanças e controles contábeis para poder tomar melhores decisões na empresa.

Perícia contábil

Como mencionamos acima, algumas áreas da contabilidade exigem muito conhecimento profissional e uma delas é a perícia contábil, este profissional é responsável pela apuração e pela análise de utilização dos recursos e também pode aplicar seus conhecimentos em processos judiciais, isso é importante para solucionar conflitos e litígios.

Gestão Financeira

Esta área atua em órgãos públicos e entidades do terceiro setor, esta área é um leque que oferece muitas oportunidades, que atende necessidades específicas, entre outras.

Gerência financeira

Esta área é responsável por analisar relatórios e interpretar dados das demonstrações contábeis. Esta função exige que o profissional esteja sempre atualizado sobre a legislação fiscal e tributária.
Fonte: Jornal Contábil

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