IPI: conheça os planos do governo para esse tributo. Você não vai acreditar!

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Governo pretende reduzir Imposto sobre Produtos Industrializados à zero.

O governo federal pretende acabar com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no Brasil. De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o IPI desindustrializou o País.

“Vamos continuar reduzindo, ir para zero”, afirmou o ministro durante a palestra de abertura do Painel Telebrasil 2022 nesta terça-feira (28).

IPI

O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incide sobre os produtos da indústria nacional ou na importação de produtos estrangeiros no desembaraço aduaneiro.

As alíquotas cobradas neste imposto variam de acordo com o produto. Essa variação permite que os produtos possam ter alíquota 0%, ou seja, não serem tributados, ou possuir alíquotas um pouco maiores de acordo com a essencialidade do produto.

Hoje, existem 4 categorias de negócios que devem pagar o IPI:

  • O importador ou outros, equiparados a ele por lei;
  • O industrial , equiparados a ele por lei;
  • O arrematador de produtos abandonados ou apreendidos, levados a leilão;
  • O comerciante de produtos sujeitos ao imposto.

Portanto, apesar do IPI ser sobre produtos industrializados, não é apenas a indústria que paga esse tributo. quem faz negócios com produtos industrializados também deve esse imposto.

Crise econômica

Em relação à crise econômica, Guedes também voltou a dizer que o barulho no cenário internacional será ensurdecedor. “Vamos ver uma inflação alta nos Estados Unidos e Europa e pode haver uma recessão”.

Contudo, de acordo com o ministro, o Brasil vive um movimento distinto desses países.

“Tem que pensar que a economia brasileira é um corpo enorme, é uma das economias mais fechadas do mundo”, disse Guedes, citando que o aumento de produtividade “é a coisa mais importante” para aumentar salários e emprego.

Contrariando as previsões do mercado financeiro, que sinalizam com queda do PIB em 2023 e até recessão, Guedes afirmou que a economia deve crescer 1,7% no próximo ano.

Fonte: Contábeis

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Será que um processo seletivo pode acabar gerando vínculo empregatício?

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Saiba se existe a possibilidade de processos seletivos serem configurados como vínculo empregatício.

Ao abrir uma vaga de trabalho que exige alta capacidade, muitas empresas submetem candidatos a um longo processo de seleção e que, às vezes, tomam jornadas inteiras chegando a 8 horas diárias.

Em cenários como esse, fica a dúvida: afinal, existem casos em que o processo de recrutamento pode ser caracterizado como vínculo empregatício?

A resposta é sim. Mas antes de mais nada, vale lembrar que só pode haver dúvida em casos como o citado acima, em que o candidato que participa do processo seletivo é obrigado a cumprir horários e a participar das atividades tanto teóricas como práticas.

Sendo assim, as empresas precisam ficar atentas à maneira utilizada para selecionar os candidatos a um posto de trabalho, pois, dependendo do caso, podem ser processadas pelo candidato que se sentir lesado.

Para esclarecer o que diz a legislação sobre o tema, a IOB, trouxe duas situações distintas de processos seletivos para exemplificar:

Quando não se caracteriza vínculo empregatício?

O primeiro cenário é quando no processo seletivo não ocorre a prestação de qualquer serviço à empresa, nem mesmo o treinamento do candidato para o exercício das atividades futuras.

Ou seja, a empresa não se beneficia das atividades desenvolvidas pelo candidato à vaga e somente são verificadas e comprovadas, por meio de testes, as competências do candidato para decidir pela escolha ou não dele.

Neste exemplo, podemos dizer que não se caracteriza vínculo empregatício, pois o candidato tem ciência de que se trata de um período de comprovação de competências e não de trabalho.

Quando se caracteriza vínculo empregatício?

Em contrapartida do primeiro cenário, o segundo exemplo é quando a empresa mescla os períodos de seleção e de treinamento, pedindo tarefas que constituem atividades normais da empresa. Ou seja, enquanto avalia as aptidões do candidato, a empresa já realiza treinamento para capacitar o trabalhador para que possa realizar a atividade pretendida.

Em outras palavras, durante o período de “seleção e treinamento”, o candidato realiza atividades que geram proveito para a empresa contratante, isto é, ela obtém vantagens através das tarefas realizadas pelo candidato.

A consultora trabalhista da IOB, Mariza Machado, explica que neste caso, o período chamado de ‘seleção e treinamento’ apresenta características próprias do contrato de experiência, o qual tem por objetivo permitir ao empregador a oportunidade de observar o desempenho funcional do empregado na execução de suas atribuições.

“E possibilita, ao empregado, observar as condições de trabalho oferecidas e sua adaptação e integração. Neste cenário, podemos dizer que o período de seleção e treinamento integra o contrato de trabalho”, acrescenta.

Por fim, os exemplos mostram que é preciso ter cautela na execução dos processos seletivos. “Uma dica é consultar o sindicato da categoria da respectiva profissão para esclarecer as dúvidas. E nunca é demais lembrar que, em caso de ajuizamento, a decisão caberá ao Poder Judiciário”, ressalta Mariza Machado.

Fonte: Contábeis

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Sociedade limitada: saiba o que é e conheça as principais vantagens

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A Sociedade Limitada é formada pelo investimento realizado por cada sócio; entenda.

A Sociedade Limitada (Ltda) é um tipo de empresa formada exclusivamente pelo investimento de cada sócio que fizer parte do negócio Ou seja, a quantia que cada integrante aplica determina a sua participação nos lucros e responsabilidades.

Esse tipo de sociedade possui menos burocracia e protege o patrimônio pessoal dos sócios, já que a grande vantagem da sociedade limitada é exatamente a proteção do capital.

Assim, se o negócio chegar a falência ou haver o rompimento da sociedade, o capital de cada integrante permanece protegido.

Sociedade limitada

A sociedade limitada funciona por meio de cotas, e o valor delas deve ser registrado no contrato social da empresa. É esse acordo prévio que define a participação e a responsabilidade de cada sócio nos lucros da empresa.

A grande vantagem desse negócio é que nenhum sócio pode retirar dinheiro da empresa para cobrir despesas que não sejam da própria sociedade. Sendo assim, o patrimônio fica protegido.

Vale destacar que cada sócio possui responsabilidades limitadas, conforme o investido, mas todos respondem pelo valor total do capital. Por exemplo: se o sócio A tiver investido 100 mil reais, e o sócio B 50 mil, ambos respondem pelo valor de 150 mil reais no total.

Para fazer o registro de uma empresa Ltda é preciso elaborar um contrato social e formalizá-lo em uma junta comercial. Além disso, é necessário fazer a inscrição na Receita Federal, da Secretaria da Fazenda e na prefeitura da cidade onde será a sede da sociedade.

Fonte: Contábeis

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Falência pode ajudar você a reestruturar sua empresa. Entenda como funciona

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Neste artigo, o especialista explica que após a reforma da Lei nº12.112/20 o instituto de falência sofreu mudanças significativas.

A falência é um processo de execução coletiva em que todos os bens do falido são arrecadados para uma venda judicial forçada, com a distribuição proporcional do ativo entre os credores, estando regulamentada em nosso ordenamento jurídico através da Lei nº 11.101/05 (Lei de Falência e Recuperação de Empresas).

Quando uma empresa se torna inviável e não tem condições de arcar com suas obrigações, a falência ou autofalência é a forma regular de encerramento da atividade empresarial. Através desse procedimento, o falido poderá obter a extinção de suas obrigações.

É muito comum vermos situações em que os empresários endividados simplesmente abandonam seus “CNPJ’s” abandonando suas dívidas (empréstimos, tributos, fornecedores e funcionários), o que caracteriza encerramento ou dissolução irregular de suas atividades, e procuram voltar a exercer atividade empresarial através de terceiros, conhecidos como “laranjas”.

A dissolução irregular de sociedade é caracterizada pela inoperância das atividades da empresa sem que ocorra a sua baixa na junta comercial e outras repartições competentes, ou seja, a dissolução irregular da sociedade comercial é o abandono da empresa sem que ocorra o seu correto encerramento. Também se presume dissolvida irregularmente a empresa que muda de endereço sem comunicar a administração pública (Súmula 435 do STJ).

A dissolução irregular da sociedade comercial caracteriza responsabilidade subjetiva e, portanto, acarreta a responsabilidade pessoal dos sócios por todas as dívidas tributárias da empresa, ou seja, o fisco perseguirá os bens pessoais dos sócios para sanar eventual crédito tributário existente.

Recentemente, ministros da 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram que o sócio com poderes de administração no momento do fechamento irregular de uma empresa deve responder pelos débitos fiscais, mesmo que não tenha exercido a gerência no momento do fato gerador do tributo não pago (REsps 1643944/SP, 1645281/SP e 1645333/SP).

Muitos empresários justificavam o abandono de suas empresas, ou seja, o encerramento irregular das atividades, em razão da ineficiência que era o instituto da falência. Não raras as vezes, tornavam-se processos intermináveis, dotados de grande contencioso sem qualquer resultado prático, uma vez que os requisitos para seu encerramento e a extinção das obrigações do falido eram demasiadamente demorados.

Dessa forma, para muitos empresários era mais prático abandonar suas empresas e correr o risco de ter seu patrimônio pessoal responsabilizado pelo pagamento de dívidas da empresa, em especial as tributárias, e voltar a exercer atividade empresarial em nome de terceiros, do que dissolver regularmente através de um processo de autofalência.

Com a recente reforma da lei, com advento da Lei nº 14.112/20, o instituto da falência sofreu mudanças significativas e para melhor, o que possibilitará ao empresário ou à sociedade empresária que se tornou inviável encerrar regularmente suas atividades e retornar rapidamente ao exercício empresarial.

Com a reforma da lei, foram inseridas alterações para tornar mais célere a extinção das obrigações do falido e permitir o fresh start, que ocorrerá nas seguintes hipóteses:

  • Pagamento de mais de 25% dos créditos quirografários (art. 158, II);
  • Decurso de prazo de três anos, contados da decretação da falência (art. 158, V);
  • Encerramento sumário da falência em caso de ausência de bens do falido (art. 114-A).

fresh start, inspirado no direito falimentar americano, pela qual, sob certas condições, o falido fica exonerado de suas obrigações anteriores para que retorne novamente à economia ativa, é um importante instrumento para permitir o célere retorno do empresário falido ao mercado.

A prática da empresa cumpre inquestionável função social, pois, através dela, se produz receita para o Estado (tributos) e para o particular (empreendedores, trabalhadores, fornecedores e consumidores) através da geração de empregos e circulação de riqueza por meio da comercialização de bens e serviços.

Dessa forma, a autofalência revela-se como ferramenta hábil de reestruturação empresarial na medida em que tornou mais célere a extinção das obrigações do falido, possibilitando o retorno célere do empreendedor falido à atividade econômica, além de afastar a ilegalidade no encerramento da sociedade empresária e suas consequências.

Fonte: Contábeis

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Estratégias de marketing que você precisa usar para otimizar as vendas em seu negócio

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Descubra como a estratégia certa pode fazer sua empresa líder de mercado

Planejar bem o setor de marketing da sua empresa é essencial, já que ele vai interferir em todos os demais pontos, como as vendas, o atendimento ao cliente, e muito mais.

Para encontrar a estratégia perfeita há um caminho que precisa ser percorrido, que inclui conhecer a marca, seus recursos, seu mercado e, principalmente, seus clientes.

Assim, para que você possa encontrar a estratégia de marketing ideal, vamos te contar tudo o que precisa saber sobre este assunto. Uma vez que tiver as informações em mãos, selecionar a escolha perfeita ficará simples.

Boa leitura!

O que são Estratégias de Marketing?

Entendemos as estratégias de marketing como sendo um plano de ação feito com a finalidade de atrair e converter consumidores para uma loja, seja ela física ou virtual. Com a expansão da internet, as estratégias ultrapassaram a barreira do online e já influenciam as vendas de empresas físicas, por isso é importante que todos tenham conhecimento sobre elas.

Podemos dizer que essas estratégias são formadas por táticas, ou seja, por caminhos previamente delimitados que nos ajudam a chegar do ponto A ao B de forma muito mais simples. Desse modo, ao encontrar a estratégia ideal para a sua empresa, você é capaz de influenciar mais clientes e, consequentemente, vender mais.

Entretanto, o que poucos sabem é que todas as estratégias de marketing são boas, mas nem todas são boas para você!

Com isso queremos dizer que a grande oferta de táticas e ferramentas disponíveis no mercado podem acabar deslumbrando os recém chegados a este mundo. Contudo, precisamos ter um conhecimento aprofundado do nosso público para saber qual estratégia vai ou não funcionar.

Quer um exemplo prático? Imagine que sua empresa gastou muito tempo e dinheiro investindo em uma estratégia de Email Marketing para no fim descobrir que seus clientes detestam receber esse tipo de correio digital, e que seriam muito mais influenciados com uma campanha em mídias sociais.

Para evitar esses desperdícios, comece conhecendo seus clientes e só depois escolhendo sua estratégia.

3 Estratégias de Marketing que você precisa conhecer

Ainda que as estratégias de marketing perfeitas variem de público para público, existem algumas máximas que se mantêm para todos. E é exatamente sobre elas que iremos conversar agora!

1. SEO

As estratégias de SEO consistem em uma série de pontos que, quando bem trabalhados, ajudam os sites a ranquear melhor nas plataformas de busca e, por consequência, atraem mais público para a empresa.

Essa é uma estratégia que jamais pode faltar para uma marca. Isso porque o SEO é um processo de aquisição de clientes essencial para o mundo digital.

Quanto melhor posicionado, mais vendas, e é isso que todos querem!

2. Funil de Vendas

O funil de vendas, por outro lado, vai vir para complementar o SEO e converter os clientes. Pense que enquanto a estratégia anterior atrai eles para as empresas, o funil transforma eles de potenciais consumidores para um público fidelizado.

Dividido em três níveis de retenção, Topo, Meio e Fundo de funil, essa é uma estratégia de marketing essencial para entregar valor aos consumidores antes mesmo da venda, já que o funil anda de mãos dadas com as estratégias de Marketing de Conteúdo, fornecendo informações para os compradores.

3. Voice SEO

Por fim, é preciso estar preparado para o futuro!

Cada vez mais as assistentes virtuais, como Alexa e Siri, ganham espaço nas buscas. Os clientes estão deixando de digitar suas necessidades e passando a perguntar elas para estas assistentes.

Entretanto, a maneira como falamos se diferencia de como escrevemos, por isso é preciso uma otimização especial para conseguir boas colocações com os buscadores por voz.

Agora que já sabe tudo o que precisa me diga, qual estratégia sua empresa já usa? E qual planeja implementar?

Fonte: Administradores.com

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Aumento na taxa Selic: qual o lado negativo?

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Embora a medida seja benéfica para quem investe na renda fixa, alguns problemas podem surgir desse aumento

O Banco Central decidiu aumentar o valor da taxa Selic (taxa de juros da economia) para 13,25%. O objetivo é frear a inflação. Embora a medida seja benéfica para quem investe na renda fixa, alguns problemas podem surgir desse aumento.

Bloqueio na atividade econômica

Os aumentos realizados se refletem em uma taxa real (juros menos a inflação) elevada, num momento em que a inflação começa a desacelerar.

“Este aumento adicional da taxa de juros no momento é desnecessário para o controle da inflação e trará custos adicionais à economia, como queda do consumo, da produção e do emprego”, afirmou em nota o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Para a confederação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) de maio mostrou que os preços dos bens industriais começaram a desacelerar e continuarão nesse movimento no segundo semestre, ainda refletindo os aumentos anteriores dos juros.

Encarecimento de créditos e prestações

Quem tomar novos créditos, pode sentir um aperto monetário. Segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o juro médio para as pessoas físicas passará de 117,23% para 118,21% ao ano. Para as pessoas jurídicas, a taxa média sairá de 56,57% para 57,29% ao ano.

O investimento não rende mais que a poupança

Com a taxa de 13,25% ao ano, a caderneta só rende mais que os fundos de investimento quando o prazo da aplicação é curto e a taxa de administração cobrada pelos fundos é alta.

O primeiro é para aplicações de até seis meses em relação a fundos com taxa de 2,5% ao ano. O segundo é para aplicações de até dois anos em relação a fundos com taxa de administração de 3% ao ano.

A vantagem dos fundos ocorre mesmo com a cobrança de Imposto de Renda e de taxa de administração. Isso porque a poupança, apesar de ser isenta de tributos, rende apenas 6,17% ao ano (0,5% ao mês) mais a Taxa Referencial (TR), que aumenta quando a Selic sobe. Esse rendimento da poupança é aplicado quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, o que ocorre desde dezembro de 2021.

Fonte: Administradores.com

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Golpes no PIX: conheça as novas ações que o Banco Central está buscando realizar para evitá-los!

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O Pix se tornou uma nova forma dos criminosos aplicarem golpes e obterem recursos das vítimas.

Com a popularização do Pix, bancos e fintechs discutem com o Banco Central (BC) a adoção de medidas adicionais de segurança para tentar frear o aumento dos golpes na modalidade e mitigar riscos para clientes e instituições.

Entre as propostas em debate estão a definição do limite original de transação pelos próprios bancos, maior rigor na abertura de contas e ampliação da troca de informações sobre o nível de risco de determinados CPFs.

Pix

No fim de maio, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, voltou a explicitar a preocupação com o Pix.

Em audiência na Câmara dos Deputados, ele afirmou que, mesmo com todas as medidas de segurança já tomadas, as fraudes continuam ocorrendo e a autoridade monetária quer coibir as chamadas “contas laranjas” – quando alguém abre uma conta utilizando documentos de outra pessoa ou um indivíduo empresta sua conta para um fraudador.

“Uma das coisas que a gente está fazendo é apertando o máximo possível para que os bancos não tenham capacidade de ser hospedeiros de conta laranja ou conta intermediária. Inclusive, a gente vai começar a fazer um processo onde os bancos serão responsabilizados se for feita uma fraude de Pix e eles tiverem uma conta laranja”, disse Campos Neto.

No ano passado, ele já havia dito que o BC estudava mudanças nas regulações para abertura de contas em fintechs e bancos digitais. Na ocasião, afirmou que os grandes bancos tinham um sistema mais lento, porém mais sofisticado.

“Custa mais caro, é mais lento, mas é mais seguro para o cliente. A gente vê que tem um número de contas laranjas que são abertas, que estão  mais relacionadas a essas plataformas onde o processo de abertura é mais fácil.”

Golpes com o Pix

O crescimento exponencial do Pix ilustra também o potencial de risco oferecido pelos golpes na modalidade. Em maio, já eram 128,7 milhões de usuários cadastrados e 454,5 milhões de chaves.

Segundo os dados comparativos mais recentes do BC, no último trimestre de 2021, foram realizadas mais transações via pagamento instantâneo no país (3,89 bilhões) do que por meio do cartão de débito (3,85 bilhões) ou de crédito (3,73 bilhões). Não há um levantamento oficial sobre os golpes com Pix, até porque, na tipificação usada pela Polícia Civil na maioria das vezes eles entram como “extorsão”, junto com diversos outros tipos de crimes parecidos.

Ainda assim, o delegado do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) André Junji diz que, empiricamente, é possível perceber que aumentou a incidência de golpes envolvendo a modalidade.

“Infelizmente, aumentou sim. É uma facilidade que foi criada para a população, mas se tornou uma nova forma de os criminosos obterem recursos. O dinheiro cai na hora na conta e, assim que isso acontece, já tem alguém lá na outra ponta esperando para tirar.”

Ele diz que a polícia tem feito sua parte, investigando os crimes, mas que muitas vezes quando se chega ao laranja é difícil obter informações que levem até o verdadeiro criminoso.

Fonte: Contábeis

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Empresário: entenda a importância e como dar feedback corretamente!

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Quanto mais estreita for a relação entre funcionário e gestor, maior será sua confiança em relação à empresa

Feedback é a chave para motivar e desenvolver os colaboradores. Uma pesquisa realizada pelo Great Place to Work mostra que 58% dos funcionários das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil receberam mais de três feedbacks no ano. O grau de confiança dos que obtiveram três feedbacks foi de 86%, contra 78% para os que receberam apenas um feedback. Isso deixa explícito o quanto o feedback contínuo pode ser relevante para o funcionário.

“Uma abordagem constante é o que permite que as equipes consigam dar o seu melhor, formando assim o espaço ideal para o desenvolvimento permanente dos colaboradores”, afirma Thiago Gomes, CEO da Smartleader, plataforma que ajuda áreas de RH e líderes na gestão de desempenho de suas equipes.

Estas reuniões também permitem o acompanhamento dos resultados dos colaboradores pelos líderes, proporcionam um estreitamento da relação entre eles e aumenta o nível de satisfação das equipes em relação à empresa. Dentre os diferentes tipos de feedback, estão: o de melhoria, positivo, motivador e o 360° – um dos mais populares, em que os colaboradores, líderes e equipes se avaliam mutuamente, de modo que todos possam contribuir no processo.

No entanto, não basta saber quais os formatos de feedback existem, é necessário também saber a melhor forma de aplicá-lo, pois se for realizado de uma maneira errada, pode fazer com que o colaborador perca o sentimento de pertencimento à equipe.

Foque nas ações do colaborador

Ao falar sobre pontos positivos ou a melhorar, dê exemplos. Mostre ao colaborador que você, como gestor, vê quando ele age de determinada forma e consegue mostrar momentos concretos em que uma ação trouxe bons frutos ou que não teve o resultado esperado.

Mostre o impacto das atividades em toda a equipe

Muitos colaboradores, especialmente os mais jovens, têm dificuldade de ver o todo de uma equipe, portanto, não conseguem compreender como suas ações afetam seus colegas de trabalho, seus superiores e até clientes ou fornecedores da empresa. Portanto, ao explicar um ponto de seu trabalho, evidencie como ele impacta em todo um ecossistema de trabalho.

Seja objetivo e tenha soluções

O feedback precisa ser assertivo. Ou seja, ao dar muitas voltas para explicar uma situação, o gestor pode perder o foco e não conseguir se expressar corretamente. Mostre para o colaborador o que exatamente foi feito, se foi positivo ou negativo e como ele pode seguir a partir daquilo. A partir disso, ouça o que ele tem a dizer sobre o feedback, isso pode dar insights para o seu dia a dia.

Apoie seus feedbacks em ferramentas de gestão online

O que antigamente era escrito em cadernos e planilhas, hoje pode ser registrado em plataformas que auxiliam o líder a fazer a gestão de suas equipes. Estes sistemas ajudam as equipes de RH a manter um histórico completo de feedbacks, assim como mostrar o desenvolvimento de cada colaborador, de acordo com a função desempenhada e a área em que atua.

“Atualmente, a área de Recursos Humanos precisa realizar uma gestão estratégica e ter uma visão do desempenho de todos os profissionais. Com o uso de uma ferramenta pensada para atender as dores do RH e que contém as melhores tecnologias de gestão embarcadas, é possível facilitar este trabalho”, explica Thiago Gomes, CEO da Smartleader. No entanto, o executivo salienta que é essencial engajar os líderes quanto ao uso de todas as funcionalidades disponíveis na plataforma, como criação de metas e registro de feedbacks. “É a partir destes dados que se torna possível a visibilidade de quais ações precisam ser tomadas, como a necessidade de aplicar treinamentos para determinada equipe ou até mesmo preparar a sucessão de um funcionário”, finaliza.

Fonte: Administradores.com

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Entenda por que sua empresa precisa investir em solução helpdesk

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Nos últimos anos, o consumidor vem cada vez mais deixando claro que um dos principais fatores determinantes para o fechamento ou não de uma compra no varejo é a qualidade de atendimento que ele recebe.

O contexto pandêmico em que vive o mundo desde 2020 deixou essa realidade ainda mais forte, intensificando a transformação do suporte ao cliente numa ferramenta cada vez mais essencial para os negócios desse setor.

Quando um cliente compra algo no seu comércio – quer seja uma loja virtual, quer seja uma loja física – ele espera que todos os problemas enfrentados após a compra sejam resolvidos com rapidez e eficiência. Para garantir que essa expectativa seja atendida, hoje, é imprescindível, contar com um excelente help desk.

Help desk nada mais é do que a categoria de tecnologia utilizada para orquestrar todo o fluxo de atendimento ao cliente a partir do momento em que ele pede ajuda. Desde possibilitar a abertura do chamado e o acompanhamento de todos os passos dados para a resolução até a facilitação dos indicadores de atendimento, como o TMA e o TME, CES, a satisfação do cliente com a ajuda prestada etc.

O fato do produto apresentar algum problema após a consumação do negócio não necessariamente garante o descontentamento do serviço prestado pelo seu atendimento. No entanto, quando essa clientela começa a perceber uma falta de sensibilidade para a resolução desse problema, a situação começa a escalar, e a desaprovação irá acompanhar este mesmo nível de crescimento.

É justamente para evitar o agravamento deste processo que está inserida a função primordial de se contar com um sistema help desk do seu lado. Adotando esse modelo como meio de comunicação com o cliente, a empresa disponibiliza um atendimento ágil, eficiente e humanizado, três exigências cada vez mais comuns por parte do consumidor.

Além de garantir os três requisitos, esse software de apoio a usuários garante outros benefícios importantes para a companhia, dentre eles o fato de manter os atendimentos organizados num mesmo local, facilitando não só o atendimento em si, mas também o controle e o acompanhamento desse processo por parte da empresa.

Isso sem contar na redução de custo operacional proporcionada pelo help desk. Com uma estrutura toda voltada para maior objetividade na assistência, o software contribui para a redução dos gastos com ligações telefônicas, por exemplo, além de abreviar o processo como um todo, desde a abertura do ticket até a sua resolução.

Vale ressaltar, no entanto, que a simples implementação deste tipo de ferramenta não garante automaticamente os resultados positivos esperados. Isso porque existe a necessidade de um bom treinamento para que o help desk não represente uma experiência negativa ao cliente.

Dentre as ações que podem ser listadas como evitáveis no manuseio dessa ferramenta está a aplicação de frases feitas nos atendimentos, que acaba deixando os diálogos pouco humanizados, sem contar que a comunicação padronizada desconsidera as particularidades que exige cada uma das solicitações. Outro fator importante nesse processo é buscar deixar clara a vontade de encontrar uma solução para o cliente. Muitas vezes, a escolha por atendimentos mais burocráticos e processuais incomodam o usuário e, mesmo que sejam eficientes no final das contas, a sensação que acaba passando não é positiva.

Ações como a adoção de um sistema qualificado para o suporte ao cliente estão cada vez mais se tornando essenciais, sobretudo se tratando de empresas do setor varejista. A preocupação pela agilidade, qualidade e a forma assertiva com que é feito esse atendimento demonstra um cuidado por parte da companhia que é bastante valorizado pela própria clientela, fortalecendo, e muito, a marca da empresa no mercado.

Fonte: Administradores.com

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Você sabe o que é o capital subscrito? Entenda como ele se relaciona a sua empresa

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Capital subscrito é uma promessa de aporte de recursos feita pelos sócios de um empreendimento de forma a garantir que o negócio tenha o capital necessário para funcionar

Você sabe o que significa capital subscrito e qual a importância desse conceito para a estruturação de um negócio?

Se ainda não tem certeza, esse artigo vai esclarecer as suas dúvidas.

Ao planejar abrir uma empresa, todo empreendedor precisa de um plano de negócio que contemple, entre outros elementos, a necessidade de investimento.

É aí que entra o capital subscrito, um recurso prometido pelos sócios para compor o capital social da organização e fazê-la funcionar até ultrapassar o ponto de equilíbrio.

Continue lendo e entenda melhor.

O que é capital subscrito?

Capital subscrito é uma promessa de aporte de recursos feita pelos sócios de um empreendimento de forma a garantir que o negócio tenha o capital necessário para funcionar.

O termo subscrever significa aceitar, aprovar, estar de acordo.

No contexto empresarial, ao subscrever um capital, o sócio se compromete a investir determinada quantia de recursos na sociedade, seja em dinheiro ou outros bens, em troca de participação societária.

Caso seja uma empresa do tipo S/A, o investidor recebe ações em troca do capital subscrito e integralizado.

Caso seja uma LTDA, recebe cotas de participação.

Em geral, o capital subscrito faz parte do processo de abertura de um CNPJ, quando a organização ainda não começou a operar.

Para montar as instalações, compor o estoque, contratar pessoas e preparar o negócio para a inauguração, são necessários recursos.

Quando esse dinheiro é prometido pelo sócio, dá-se o nome de capital subscrito.

Pode ocorrer também de a empresa aumentar seu capital social no decorrer do ciclo de vida.

Isso acontece quando o gestor decide, por exemplo, expandir as unidades, abrir filiais ou investir em qualquer outra estratégia de crescimento.

Um projeto de expansão também precisa de dinheiro, recursos que podem ser originários de terceiros, como financiamento ou emissão de dívidas, ou dos sócios por meio de mais capital subscrito.

Qual a diferença entre capital subscrito e integralizado?

Capital subscrito, como vimos, é a promessa do sócio de que fará aportes de recursos na empresa, recebendo em troca participação societária (ações ou cotas, dependendo do tipo jurídico).

Essa promessa não pode ser tácita, ou seja, não combinada ou escrita.

A formalização deve ser feita por meio de algum instrumento legal sob orientação jurídica, dentro de prazos expressos no contrato social.

Quando o sócio transfere os recursos para a empresa, que pode ser dinheiro ou outros bens, o capital subscrito se transforma em capital integralizado.

O termo integralizar significa tornar-se inteiro, completar-se.

Em economia, quer dizer concluir o pagamento.

A partir da integralização do capital subscrito, os recursos passam a ser contabilizados como capital social da empresa.

E capital a integralizar?

capital a integralizar é a parte do capital subscrito (prometido) que ainda não foi transferido pelos sócios.

Imagine que o total de capital subscrito em uma sociedade seja de R$ 200 mil, valor que representa o compromisso formal dos sócios junto à empresa.

Desse montante, os sócios desembolsaram R$ 150 mil à vista.

Esse é o valor do capital integralizado.

Os outros R$ 50 mil entram na conta do capital a integralizar, visto que o total de capital social subscrito é de R$ 200 mil.

Capital a integralizar, portanto, é o “resto a pagar” que o sócio tem com a empresa na qual se comprometeu a investir.

Qual a importância do capital subscrito?

Mais do que um ato formal perante a junta comercial, o capital subscrito dá ao gestor uma previsão de quantos recursos a empresa terá à disposição para concluir os primeiros ciclos operacionais e econômicos.

Esse planejamento precisa contemplar inclusive uma estimativa do break-even point, momento que marca o equilíbrio entre receitas e despesas.

No caso das empresas que querem expandir suas operações, o capital subscrito também tem papel fundamental.

As companhias listadas fazem isso por meio de novas emissões de ações (follow-on), admitindo novos sócios para captar mais recursos.

São casos em que os investidores que fazem parte da base acionária recebem o direito de subscrição das novas ações, podendo exercê-lo ou não.

As sociedades limitadas também podem fazer isso por meio da admissão de novos sócios ou novos aportes dos sócios que já fazem parte do negócio, desde que seja de comum acordo e que o contrato social seja alterado.

Seja qual for a situação, o capital subscrito dá ao gestor uma previsão de quanto ele terá à disposição para executar o planejamento.

Qual deve ser o valor do capital subscrito?

Não há uma regra, cada sociedade pode definir o valor do capital subscrito conforme as necessidades do negócio.

A demanda por recursos de uma empresa industrial ou comercial, por exemplo, pode ser bem diferente das necessidades de capital de uma empresa de serviços.

Além do mais, o capital subscrito pode ser em dinheiro ou em outros bens, como imóveis, automóveis e outros tipos de ativos.

Vale ressaltar que é possível abrir uma empresa com ou sem sócio, inclusive sem a necessidade de capital social mínimo.

Como contabilizar capital subscrito?

O capital subscrito é contabilizado seguindo a regra débito e crédito dos lançamentos contábeis e aparece no balanço patrimonial da empresa.

Como o capital subscrito é uma promessa do sócio a ser cumprida em data futura, o valor aparece inicialmente na coluna dos passivos.

À medida que o capital vai sendo integralizado, seja em dinheiro ou em outros bens, passa a ser debitado na coluna ativos do balanço patrimonial, conforme as contas contábeis específicas.

O capital subscrito, como vimos, pode fazer parte dos trâmites contábeis de uma empresa por ocasião da abertura do CNPJ ou em eventuais aumentos do capital social.

Mesmo que os sócios não precisem comprovar perante a junta comercial que têm condições de arcar com capital subscrito, é importante fazer a integralização dentro do prazo e guardar os comprovantes.

Assim, evita-se problemas em uma eventual fiscalização dos órgãos governamentais, como a Receita Federal ou o Ministério do Trabalho.

Fonte: Jornal Contábil

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