Registro de marcas: saiba o motivo que tem feito as solicitações aumentarem

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MPEs: registro de marcas próprias aumentam 75% em 2021

Ela influenciará na percepção positiva ou negativa de todas as pessoas envolvidas: clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros.

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por um aumento de 75% no número de pedidos para registros de marcas próprias no primeiro semestre de 2021. No total foram 82 mil pedidos. Em todo o ano passado foram 126 mil.

Os pedidos são feitos ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e são um indicativo de que os negócios buscam agregar valor a seus produtos e investir no desenvolvimento de diferencial no mercado. A análise do pedido leva menos de um ano e, uma vez que o registro é concedido, o negócio tem exclusividade por dez anos.

Registro de marca

O presidente da Comissão de Recuperação de Empresas e Falência da OAB/GO, Filipe Denki, explica que a marca é um dos mais importantes patrimônios da empresa. Ela influencia na percepção positiva ou negativa de todas as pessoas envolvidas, clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros.

“Para se ter uma ideia, muitas marcas de grandes corporações possuem valor maior que o patrimônio físico da empresa, como a Nike, Apple, Ferrari, Nestlé, Coca Cola, dentre outras. E para garantir a qualidade e reputação de cada produto que essas firmas lançam e o serviço que prestam, cada um deles é registrado em todos os países em que circulam”, explica o especialista.

Segundo ele, a ação não é obrigatória. Porém, o registro da marca é a forma mais segura de garantir a proteção contra o uso indevido, proteção contra atos de concorrência desleal e o direito de impedir terceiros que utilizem marca idêntica ou semelhante para os mesmos produtos e serviços.

“Você deve estar se perguntando: se já tenho meu nome empresarial registrado na Junta Comercial do meu Estado, tenho que registrá-la como marca também. aA resposta é sim. Muitas pessoas confundem nome empresarial, que é o nome que identifica a empresa, com registro de marca. A proteção conferida ao nome empresarial pelo registro dos atos constitutivos de sua empresa na Junta Comercial, tem abrangência Estadual e não confere proteção marcaria, já a marca registrada no INPI confere a seu titular proteção marcária e tem abrangência Nacional”, pontua.

O Sebrae atribui o crescimento a uma necessidade de se diferenciar da concorrência. “Sendo assim, procurem registrar o nome empresarial/marca de suas empresas, escritórios, clínicas e consultórios, independentemente das suas áreas de atuações, além é claro dos produtos desenvolvidos por você.

Por isso é extremamente recomendável a consulta de um advogado especializado para fazer este trabalho para sua empresa”, pontua o especialista.

Fonte: Contábeis

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Terceirização: saiba mais sobre a estratégia adotada por muitas empresas nesta pandemia

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Os serviços terceirizados que mais cresceram nas buscas em São Paulo foram terceirização de gestão financeira (358%), portaria (97%) e folha de pagamento (82%)

Terceirização de serviços teve alta em 94% das empresas durante a crise de Covid-19, é o que aponta a pesquisa “Gestão de Pessoas na Crise de Covid-19” conduzida pela FIA (Fundação Instituto de Administração). Entre os motivos do aumento está a facilidade em ter profissionais especialistas, sem ter que investir tempo em treinamento ou seleção de pessoas, além da não necessidade do vínculo empregatício. Vantagens que se traduzem em economia de tempo e dinheiro, fatores importantes para qualquer empresa, principalmente durante a pandemia e no cenário da retomada.

Um levantamento realizado pela plataforma oHub, que desde 2014 conecta empresas a fornecedores de serviços B2B, também apontou o aumento na demanda de terceirização de serviços nos últimos meses.  A plataforma, que somente em 2020 movimentou mais de R$35 milhões entre empresas e fornecedores de serviços, apurou que de julho a setembro de 2021, em comparação ao mesmo período de 2020, as buscas por serviços terceirizados cresceram, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Enquanto os serviços terceirizados que mais cresceram nas buscas em São Paulo foram terceirização de gestão financeira (358%), portaria (97%) e folha de pagamento (82%); no Rio de Janeiro, os serviços que mais cresceram foram Terceirização de Suporte Técnico (1100%) e Terceirização de Folha de Pagamento, 181%.

Começamos a ver uma recuperação mais forte das atividades das empresas e comércios em seus locais físicos, o que reflete no aumento da busca pela terceirização desses serviços. Entre os serviços terceirizados mais procurados pelas empresas nas mais de 500 categorias do site estão Facilities (Limpeza, Portaria e Recepção), Folha de Pagamento e Suporte Técnico.

Uma mudança importante ocorreu no cenário de terceirização de serviços durante a pandemia. A terceirização deixou estar restrita aos serviços de facilities, como limpeza e portaria, e passou a ser valorizada também em áreas estratégicas, como Financeiro, RH e Tecnologia da Informação, diminuindo a carga operacional das empresas e permitindo que gestores e empreendedores direcionassem energia para questões mais estratégicas, avalia o empreendedor.

A tendência é que no cenário pós-pandemia a terceirização continue em alta. Durante a crise, algumas empresas tiveram que reduzir o quadro de colaboradores devido à queda nas operações. Agora, elas estão recorrendo à terceirização para uma retomada gradual, sem se comprometer até que a economia se estabilize.

O oHub é uma plataforma que ajuda empresas a encontrarem fornecedores de serviços B2B (De empresa para empresa).

Fonte: Jornal Contábil

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Está com dívidas em sua empresa? Saiba o que fazer para quitá-las!

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Embora 49% das empresas brasileiras já tenham quitado parte de suas dívidas, mais de 5 milhões ainda estão inadimplentes.

Desde o começo da pandemia as empresas seguem tentando se reerguer para continuarem funcionando e aos poucos recuperando todo o prejuízo causado pela doença. O Indicador de Recuperação de Crédito da Serasa Experian revelou que no ano de 2021, até julho, 49,1% das dívidas das empresas já foram recuperadas.

Segundo a empresa, o setor que teve mais valores reavidos foi o de utilities (60,5%). Na sequência, estão os bancos e cartões (50,6%) e o varejo (50%). Ainda, seis a cada dez dessas empresas pagaram contas atrasadas de serviços essenciais como água, gás e energia e cinco em cada dez empresas quitaram dívidas bancárias.

Para Marcelo Valentim, diretor financeiro da EuContabilizo Web, o pagamento das dívidas se deve principalmente aos programas do governo, que facilitam o acesso ao crédito e a redução de impostos. Outro fator importante é a retomada da economia, proporcionada pela vacinação. O movimento de fim de ano, com 13º salário, vendas de Natal e contratações temporárias, também deve colaborar.

Ainda assim, o fato de as empresas terem começado a reduzir as dívidas não significa que elas deixaram de ser inadimplentes. “Os últimos dados levantados em setembro mostram que ainda temos cerca de 5,8 milhões de empresas inadimplentes”, comenta Marcelo. Entre os motivos que estão diretamente ligados a um retorno mais lento na redução das dívidas empresariais estão a alta nos juros e o preço alto dos serviços essenciais.

De acordo com a última pesquisa da Fecomércio, quando questionados sobre os principais fatores que atualmente limitam o seu negócio, 48,1% dos empresários apontam a insuficiência de demanda, e outros 42,5% indicaram as restrições financeiras. Além disso, para 11,9% a falta de espaço e/ou equipamentos é um dos principais impeditivos e, por fim, a falta de mão de obra é apontada por 9,7% dos entrevistados.

Confira dicas do especialista para as empresas inadimplentes reverterem suas dívidas e começarem 2022 sem problemas.

Identifique as dívidas

Primeiro é preciso identificar o que levou ao excesso de dívidas, elaborando um diagnóstico detalhado para que seja possível tomar as decisões rumo à solução do problema.

Atenção ao fluxo de caixa

Manter um fluxo de caixa também ajudará a compreender de forma mais assertiva as despesas e as receitas, ajudando a identificar onde se deve reduzir os gastos.

Renegociação

Ao buscar a renegociação de dívidas, analise sempre os cenários mais favoráveis com relação a juros e extensões de prazos.

Coloque metas

Estabeleça metas, isso é importante porque, se o objetivo é equilibrar o orçamento, é essencial que o dinheiro seja empregado da forma mais estratégica, priorizando atividades e cortes necessários.

Pessoa física diferente de pessoa jurídica

Separe as contas empresariais das pessoais. Não realizar essa separação é um comportamento muito comum e altamente prejudicial para a saúde da empresa.

Já para evitar problemas financeiros futuros, a recomendação é que a empresa realize um planejamento (budget e forecast) e um controle mensal de tudo que foi orçado com o que está sendo realizado, para identificar qualquer movimento fora da curva. Para o diretor financeiro, sem essa nova postura certamente os erros ocorrerão e as dívidas surgirão novamente.

Outro ponto importante é tomar precauções para contornar a falta de pagamento dos clientes, que pode desestabilizar a saúde financeira do negócio e torná-lo inadimplente também. “Para isso, é recomendado optar por descontos ou parcelamentos que facilitem o pagamento”, finaliza

Fonte: Contábeis

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Pix: mudanças estão a caminho. Entenda quais são e prepare-se para aproveitá-las!

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Novas modalidades estarão disponíveis na próxima segunda-feira

O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, para incluir as modalidades de saque e de troco. A resolução foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União.

As modalidades estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (29). Segundo o BC, a oferta dos dois novos produtos aos usuários da ferramenta é opcional, cabendo a decisão final aos estabelecimentos comerciais, às empresas proprietárias de redes de autoatendimento e às instituições financeiras.

Pix Saque

O Pix Saque permitirá que os clientes de qualquer instituição participante do sistema realizem saque em um dos pontos que ofertar o serviço.

Estabelecimentos comerciais, redes de caixas eletrônicos compartilhados e participantes do Pix, por meio de seus serviços de autoatendimento próprios, poderão ofertar o serviço. Para ter acesso aos recursos em espécie, o cliente fará um Pix para o agente de saque, em dinâmica similar à de um Pix normal, a partir da leitura de um QR Code ou a partir do aplicativo do prestador do serviço.

Pix Troco

No Pix Troco, a dinâmica é praticamente idêntica. A diferença é que o saque de recursos em espécie pode ser feito durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Nesse caso, o Pix é feito pelo valor total, ou seja, da compra mais o saque. No extrato do cliente aparecerá o valor correspondente ao saque e à compra.

Limite

O limite máximo das transações do Pix Saque e do Pix Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20h às 6h). De acordo com o BC, haverá, no entanto, liberdade para que os ofertantes dos novos produtos do Pix trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado aos seus fins.

Tarifas

De acordo com o BC, não haverá cobrança de tarifas para clientes pessoas naturais (pessoas físicas e microempreendedores individuais) por parte da instituição detentora da conta de depósitos ou da conta de pagamento pré-paga para a realização do Pix Saque ou do Pix Troco para até oito transações mensais. A partir da nona transação realizada, as instituições financeiras ou de pagamentos detentoras da conta do usuário pagador podem cobrar uma tarifa pela transação.

Segundo o BC, o valor da tarifa cobrada é de livre estabelecimento pela instituição e deve ser informado ao usuário pagador antes da etapa de confirmação da transação. “Os usuários nunca poderão ser cobrados diretamente pelos agentes de saque”, destacou o BC.

O BC explica ainda que os quatro saques tradicionais gratuitos realizados pelo usuário fora do âmbito do Pix Saque e Pix Troco podem ser descontados da franquia de gratuidades (oito por mês). Ou seja, se o usuário realizar um saque da sua conta, sem ser por meio do Pix Saque ou Pix Troco, esse saque poderá ser contabilizado e sua franquia de gratuidades poderá ser reduzida de oito para sete, a critério da instituição.

Para o comércio que disponibilizar o serviço, as operações do Pix Saque e do Pix Troco representarão o recebimento de uma tarifa que pode variar de R$ 0,25 a R$ 0,95 por transação, a depender da negociação com a sua instituição de relacionamento.

“A oferta do serviço diminuirá os custos dos estabelecimentos com gestão de numerário, como aqueles relacionados à segurança e aos depósitos, além de possibilitar que os estabelecimentos ganhem mais visibilidade para seus produtos e serviços (‘efeito vitrine’)”, diz o BC.

Fonte: Agência Brasil

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Black Friday: entenda como elevar os resultados do seu e-commerce!

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Customer Success

Muito se fala sobre atrair novos clientes em datas sazonais, como a Black Friday, período em que grande parte dos consumidores estão atentos a boas oportunidades de compra e descontos.

Contudo, o que muitos empreendedores desconhecem é que é possível ter bons resultados de venda nas datas sazonais com os próprios clientes da base. Aliás, estima-se que conquistar um consumidor novo é sete vezes mais caro do que manter um antigo. Então reter clientes da base, além de tudo, é um caminho benéfico para o negócio. E isso é possível com ações de Customer Success (CS) – sucesso do cliente.

O Customer Success se baseia em estratégias para aumentar a satisfação do consumidor em relação ao serviço de uma empresa, um aspecto do negócio que ganhou ainda mais importância com a explosão do e-commerce e do varejo nos últimos anos e com a alta concorrência do mercado.

Ir além do processo de venda no relacionamento com os clientes, proporcionando uma experiência única, focada nas necessidades do consumidor, ajuda na construção de vínculos e da fidelização, e isso pode ser um dos principais motivos do sucesso do negócio em datas sazonais, inclusive a Black Friday. Afinal, um cliente satisfeito tende a voltar, em vez de se arriscar com outro fornecedor.

Na metodologia do Customer Success, a empresa deve se antecipar e entender as necessidades de seus consumidores, além de oferecer suporte antes mesmo de ser acionada. Ao identificar previamente essas demandas, será mais capaz de adequar suas ofertas e serviços ao público-alvo. Acaba tendo a oportunidade também de reconhecer pontos de melhoria que podem impactar positivamente a experiência de compra, como redução nos prazos de entrega e mudança na forma de embalagem dos produtos.

Outro cuidado importante que se insere no Customer Success é o pós-compra. É um erro comum dos e-commerces deixarem de lado uma prática importante, que é retornar o contato com o consumidor após a compra. Envios de newsletters com informações sobre os serviços e até mesmo mensagens de aniversário são algumas ações indicadas para fidelizar e naturalmente garantir mais vendas durante a Black Friday e depois dela.

O Customer Success é fundamental em qualquer nicho de negócio. Em 2020, implantamos a área de CS na Signa e percebemos de forma nítida um aumento no engajamento dos clientes e a antecipação de necessidades. Em muitos casos, identificamos consumidores insatisfeitos com nosso serviço, simplesmente porque não entendiam as funcionalidades da plataforma que oferecemos. Esses usuários poderiam deixar a nossa base, mas o CS evitou que isso acontecesse.

Nossa expectativa para o futuro é de um CS ainda mais integrado aos nossos clientes, que nos ofereça cada vez mais dados para entendermos e anteciparmos situações que demandam providências, permitindo também que possamos recomendar soluções que vão de fato melhorar o negócio de nossos consumidores e atender suas necessidades.

Podemos afirmar, sem dúvidas e por experiência própria, que investir em Customer Success traz como retorno uma maior taxa de fidelização, credibilidade no mercado e aumento do ticket médio. E se não bastassem esses benefícios, ele também ajuda na atração de novos consumidores, por meio da indicação de clientes da base que estão satisfeitos com os serviços que receberam. Uma fórmula que traz sucesso para os dois lados.

Fonte: Contábeis

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Confiança do consumidor: acompanhe o comportamento do índice

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Indicador recuou para 74,9 pontos

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,4 ponto na passagem de outubro para novembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 74,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o menor valor desde abril deste ano (72,5 pontos).

A confiança foi afetada tanto pela piora do Índice da Situação Atual, que avalia o presente, quanto pelo Índice de Expectativas, que avalia o futuro.

O Índice da Situação Atual caiu 2,1 pontos e atingiu 66,9 pontos. Já o Índice de Expectativas recuou 1 ponto, indo para 81,4 pontos.

“Apesar do avanço da vacinação [contra a covid-19], suas consequências favoráveis na redução de casos e mortes e flexibilização das medidas restritivas, o aumento da incerteza econômica diante de uma inflação elevada, política monetária restritiva e maior endividamento das famílias de baixa renda tornam a situação ainda desconfortável e as perspectivas ainda cheias de ameaças”, explicou a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

Fonte: Agência Brasil

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Conheça o possível cenário da LGPD para 2022

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Neste artigo, entenda como o governo e o Congresso devem se movimentar no próximo ano em relação a LGPD.

Como diria Lulu Santos: “Tudo muda o tempo todo no mundo!” E não é diferente no que se refere à legislação no Brasil. Mas, ao contrário do que pensam os empresários em geral, a Lei Geral de Proteção de Dados não é “modinha” e nem é uma “lei que não vai pegar”.

Prova disso é a PEC 17/2019, que elevou ao nível de direitos e garantias fundamentais a “Proteção de Dados Pessoais”, conforme já escrevemos a respeito.

Isso elevou à milésima potência a importância da Lei Geral de Proteção de Dados, afinal de contas, agora ela protege um direito e garantia fundamental do cidadão.

Mas o que esperar da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e do Poder Legislativo Federal para 2022?

Primeiro, haverá muitas regulamentações. A LGPD possuía 23 artigos que dependiam de regulamentação, a primeira, referente à fiscalização já foi publicada em 28/10/2021, já falamos disso também e em janeiro deve sair a regulamentação da flexibilização para as Pequenas e Médias Empresas que, ao contrário do que se pensa, vai simplificar e não isentar as empresas do cumprimento da LGPD.

Além disso, em 2022 deve sair uma série de outras regulamentações, deixando a LGPD ainda mais complexa.

Cumpre informar que a Associação Nacional de Profissionais de Privacidade de Dados (ANPPD), vai protocolar, na próxima 4ª feira, dia 25/11/2021, junto ao Senado Federal, o Projeto de Lei para compensação tributária com base em um mandado de segurança que foi deferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul, que concedeu compensação tributária às empresas que tiveram gastos com projetos de adequação à LGPD.

Contador, procure acompanhar essa decisão acessando o MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL Nº 5003440-04.2021.4.03.6000 do TJMS e informe isso a seus clientes, eles podem ter custo zero na adequação, ficarem tranquilos, evitar multas ou ações de indenização, diminuindo ou até zerando os custos por meio de compensação tributária.

Vamos torcer para o senado votar logo esse projeto de lei!

Contador, procure entender como se faz a adequação de uma empresa à Lei Geral de Proteção de Dados e forneça mais esse serviço a seus clientes.

Uma coisa é fato, todas empresas terão que se adequar. A pergunta é: você vai mandar seu cliente para outro prestador de serviço ou vai estudar e oferecer mais esse serviço a ele? Pense nisso!

Fonte: Contábeis

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Conheça algumas das vantagens da sua empresa estar em dia junto à União!

PGFN disponibilizará descontos, entrada facilitada e até prazo ampliado para pagamento como forma de incentivar a regularização de débitos.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) disponibilizou propostas de negociações para estimular a regularização de débitos em Dívida Ativa da União e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) .

As negociações podem envolver benefícios como descontos, entrada facilitada e prazo ampliado para pagamento.

O prazo para adesão encerra em 29 de dezembro de 2021, e se dá, exclusivamente, no Portal REGULARIZE.

Renegociação de dívidas

Algumas negociações disponíveis são:

• Transação de FGTS que prevê desconto de até 70% nos valores devidos ao Fundo e prazo ampliado para pagamento em até 144 prestações, a depender do perfil do empregador e da dívida;

• Transação Excepcional que prevê desconto de até 100% sobre os acréscimos legais + entrada facilitada + prazo ampliado para pagamento em até 133 meses;

• Transação Extraordinária que prevê entrada facilitada + prazo ampliado para pagamento em até 142 meses;

• Transação de Pequeno Valor que prevê desconto de até 50% sobre o valor total + entrada facilitada;

• Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) que prevê desconto de até 100% sobre os acréscimos legais + entrada facilitada + prazo ampliado para pagamento em até 145 meses.

Além disso, existem modalidades exclusivas para empresas jurídicas em processo de recuperação judicial.

As negociações podem abranger também débitos em discussão judicial, desde que o interessado providencie a desistência da ação (envolvendo apenas ações promovidas pelos contribuintes, não se aplicando ao caso de execuções fiscais – as quais serão suspensas se houver adesão às modalidade de transação).

Retomada Fiscal

Essas negociações fazem parte do Programa de Retomada Fiscal, instituído em 2020. A iniciativa reúne um conjunto de medidas adotadas com o objetivo de estimular a regularização fiscal relativa aos débitos inscritos em Dívida Ativa da União, permitindo a retomada da atividade produtiva em razão dos efeitos da pandemia de Covid-19.

Fonte: Contábeis

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Inflação: entenda como está o comportamento dos índices e proteja seu negócio!

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Neste artigo, entenda o efeito do aumento de juros no comércio e no custo de vida do brasileiro.

É bem provável que, neste ano, algum conhecido ou parente nosso tenha nos dito a seguinte frase: “Não consigo mais comprar o que comprava antes com o meu salário”. Isso é verdade, em um país que, apenas nos 12 últimos meses, apresentou quase 11% de inflação. E este valor é da média, pois alguns itens essenciais subiram mais do que este valor. Alimentos subiram 11,71%; frangos e ovos, 28,92%; combustíveis, 31,52%; e habitação, 14,77% – todos em um ano. Até os serviços de streaming, tão usados hoje em dia, subiram 16,5% no período entre novembro do ano passado e outubro deste ano.

Assim, o poder de compra da população, considerando que a barganha dos trabalhadores é muito baixa num mercado de trabalho bastante debilitado, já começa a cair sensivelmente. Isso já começa a ser percebido nos dados de outubro, na divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comunicado do instituto foi o seguinte:

“Neste último [dado], de setembro de 2021, o fator determinante é a inflação. Isso fica claro quando comparamos a queda de 1,3% no volume e a variação de -0,2% na receita, estável. O componente que joga o volume para baixo é a inflação. As mercadorias subiram de preço”.

Portanto, a segunda queda seguida do indicador geral do comércio, em setembro – com baixa de 1,3% – foi forçado, em boa parte, pelo aumento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que continua acelerando.

As reduções em comparação a setembro de 2020 são ainda mais dramáticas: 22,6% em móveis e eletrodomésticos, e -14,8% em equipamentos e material para escritório. Este movimento indica que as pessoas estão comprando mais itens básicos, sobrando menos para gastar com itens considerados não essenciais.

Além disso, o aumento da inflação ainda tem um efeito indireto: como o Banco Central (Bacen) é obrigado a aumentar os juros básicos para combater esse aumento, a população começa a sentir o crédito mais caro na ponta do consumo; já estamos vendo os saldos de crédito se estabilizando, e novas concessões diminuindo.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontou, na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), que, considerando a capital paulista, o número de endividados bateu novo recorde em outubro: 2,84 milhões, representando 71,3% do total dos lares. É a 11ª elevação consecutiva. Para se ter uma ideia, em setembro, este número era de 69,2%

Portanto, o aumento de juros terá como efeito não apenas a diminuição das compras no comércio (diretamente pelo encarecimento do crédito), mas também porque o custo das dívidas deve aumentar, diminuindo a renda disponível para consumo.

Em suma, a sensação de otimismo – que, antes, era atribuída à reabertura dos estabelecimentos e ao aumento da vacinação – está restrita apenas ao fim de 2021, em razão do décimo terceiro e da poupança, acumulada na pandemia. O cenário não mostra 2022 muito promissor para o setor, o qual terá de conviver com inflação mais alta, juros mais elevados, endividamento e maior concorrência com o setor de serviços, principalmente o turismo. Assim como em outras variáveis do sistema econômico, o comércio começa a se inquietar para o ano que vem.

Fonte: Contábeis

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Black Friday: mantenha sua empresa longe de armadilhas

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Com a chegada da Black Friday, planejamento e atenção aos prazos de entrega são itens primordiais para que o PME não caia em ciladas e perca clientes.

A cada ano a Black Friday tem se tornado um evento ainda maior no Brasil. Em 2021 não será diferente, as 24 horas de ofertas na última sexta-feira de novembro (26), devem movimentar até R$ 10 bilhões neste ano. Mas será que evento é para todos? Os pequenos e médios negócios devem evitar cair em ciladas.

De acordo com levantamento da Neotrust, mesmo com a pandemia da Covid-19 em 2020, a Black Friday gerou R$ 7,7 bilhões. No e-commerce o sucesso também é espetacular. Apenas nas 24 horas de ofertas, existe um faturamento que representa 4% do ano todo.

Se tratando do comércio eletrônico, a entrega e agilidade no atendimento podem ser fatores cruciais para que o dia não seja caótico e com péssimos resultados para o empreendedor. A especialista em e-commerce e logística, esclarece: “A Black Friday pode não ser uma boa ideia pra todo lojista que não se preparou. A primeira coisa que importante é entender se existe um estoque para atender a demanda”, inicia.

Em seguida, Loiola explica sobre a necessidade de estratégia: “O primeiro passo é pensar: ‘o que ele quer com a Black Friday?’ Somente desovar o estoque, ou fazer uma campanha de posicionamento de marca para atrair novos clientes? Em ambos os casos, o planejamento é crucial”.

Para estes últimos momentos antes da Black Friday, a especialista tem uma dica: “Se o empreendedor já tiver traçado um bom plano, ele vai revisar esse planejamento, tendo opção de plano B. Outra coisa importantíssima é traçar a estratégia com o plano de entrega. O serviço de logística mudou muito e os consumidores não querem mais esperar por muitos dias para receber o produto.”

Por fim, é recomendado um planejamento para que o PME economize no frete: “Aqueles que têm dificuldade de armazenamento e não conseguem preços competitivos de frete, minha dica é que procure um serviço de fulfillment privado. Existem planos iniciais pra quem vende 50 itens por mês.”

Fonte: Contábeis

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